Estou em crer que é por isso. Nomeadamente o Facebook que funciona como micro-blog. O povo anda mais virado pra lá do que para a blogosfera. Ali é mais simples, imediato, contudo mais fútil e efémero, digo eu. Publica-se um post e dependendo do tamanho do feed ele desaparece em minutos para o fundo da lista. Aqui as ideias sempre perduram um pouco mais no tempo e não há limite de caractéres, gosto mais. Mas lá há mais interactividade, é como ter vários pequenos blogs abertos em simultâneo na mesma janela. Pois é. Mas também tem "palha" aos molhos.
Se eu podia viver sem redes sociais? Podia, é tudo a mesma coisa.
Andou (e acho que ainda anda) aí um movimento de gente indignada com o filme TV da última campanha do Pingo Doce:
Pois bem, eu digo UP YOURS! Traduzindo: Há piores. Há d'eles bem piores e ninguém se queixa. [vide os anúncios (Arghhh!) de radio da Media Markt, por exemplo] Ok, a cantora tem um timbre que irrita profundamente, o apelo ao nacionalismo é meio bacoco, os actores/figurantes nem parecem ser portugueses. Enfim, com olho clínico podemos apontar-lhe uma catrefada de defeitos. No entanto, são maiores as suas virtudes. Está apelativo, tem bons stock-shot's, o supermercado tem um ar limpinho e apelativo. Em suma, o anúncio cumpre com os objectivos primordiais: É objectivo, está bem dirigido, atinge o público alvo, causa memorização associada à marca Pingo Doce. Ou seja -Vende-, é o que se quer. E todo este burburinho (provocado ou não pelo ressabiamento da anterior agência de publicidade da cadeia de supermercados), no fundo só serviu para catapultar os efeitos positivos do spot. E depois? "Eu é que não sou parvo!?"
Lá ganhámos aos Hungaros, três a zero. Eu sempre acreditei que íamos à África do sul, vocês é que não!? Chamem-me Zandinga, «yá! deves ter a mania que adivinhas.» mas não, tenho é uma fé nacionalista que nunca mais acaba. E mais, a seguir a atropelarmos os da Malta, que venha o play-off, quem vier morre. E pró ano, lá prós lados do cabo-da-boa-esperança, voltamos a falar.
Já lá vai o tempo em que a MTV passava o dia inteiro a dar-nos musica, montes de clips, toneladas de videoclips, top's, estreias, novidades. Hoje, é do dominio publico que a musica na tv, já era. Mesmo na tv que tem no nome o M de musica. Nos tempos que correm a MTV preenche as suas emissões com enlatados de entretenimento chunga mais ou menos consensuais. Não é que eu não goste, tenho até um grande respeito por quem consegue focalizar os conteúdos no seu público alvo. Custa-me é um bocadinho porque houve tempos em que eu curtia à grande com a MTV e hoje já só me consigo rir. Confesso, a actual MTV é assim uma das minhas embirrações de estimação, que muito estimo.
Já aqui vos tinha falado de um programa que me surpreendeu, ontem à noite descobri outro: "Rock of Love". Lindo! lembram-se do Bret Michaels? o lider/vocalista dessa banda hard-rock-fm dos anos 80&90 chamada Poison? Pois bem, a MTV pegou no rapaz e atiçou-lhe não uma, mas sim 20 pretendentes a namorada. Pelo que percebi, as raparigas limitam-se a ultrapassar provas dignas de Bret Michaels girlfriend wannabe's. Um verdadeiro forrobodó que inclui desde horny massages a treesomes e bondages, (se não souberem o que é, vão Googlar) e no fim ele fica com uma. É brutal, ver o gaijedo a acotovelar-se para ganhar a atenção da ex-estrela rock. Eu disse ex? nah! eu sou é invejoso, o Bret está na maior, a reviver os seus tempos aureos em que lhe bastava abanar a biqueira da bota pele-de-cobra para elas baixarem as defesas (e as calcinhas), hoje pesa-lhe a barriguinha e as tais botas já lhe devem custar a calçar, mas a MTV resolve, claro. Ah, é verdade, diz que o programa já vai na 3ªtemporada... o que eu tenho perdido.
Será que o Bret ainda se lembra do Adam Curry? é que as charts hoje são apresentadas pela Carmen Electra... ehehehehehe
Não compreendo toda a fanfarra à volta do acto eleitoral, nunca compreendi. Começa logo nas campanhas eleitorais. Os discursos de ataque directo aos partidos adversários, os outdoors com mensagens publicitárias mais ou menos elaboradas e nada esclarecedoras, os carros com megafones que invadem as ruas, iguais aos que anunciam que o circo chegou à cidade. Enfim, um festival a que todos nos habituámos a assistir, mas que no fundo continua a não fazer sentido na minha cabeça.
Nunca percebi as militâncias, eu acho que o partido politico tem de ser um projecto de governação, uma instituição cujo propósito será em definitivo, servir o país. Custa-me quando percebo que, afinal não é assim e que a única coisa que os senhores querem assegurar é a seu própria representatividade e sobrevivência política. Custa-me a aceitar as euforias sincronizadas nas sedes de campanha assim que são divulgadas as primeiras sondagens. Parece o futebol, quando acaba de ser um golo daqueles que faz levantar a bancada, que a seguir grita em uníssono o nome do clube. What the fuck?!? Como é que qualquer partido político se pode regozijar com uma vitória eleitoral onde só participou metade da população? Foi golo? ou meio golo? Mas apesar de só metade da população ir às urnas, as cadeiras na assembleia enchem-se na mesma. Por isso condeno aqueles que não vão votar. Quem não vota está alheado do processo democrático, quem não vota não quer saber. Quem não vota, depois não se pode queixar, não tem esse direito. Eu sou claro, defendo o BRANCO. Na contagem dos votos os boletins que não tiverem assinalado nenhum quadradinho, deveriam corresponder a outros tantos lugares parlamentares VAZIOS. Poupava-se p'ra cima de um dinheirão na despesa pública e, quem sabe, se um dia se chegasse a uma maioria absoluta do branco, não seria dessa que teríamos um governo competente?!
O Paulo tirava o pó aos óculos, virou-se pra o Luís e disse: -Vais ver, um dia este festival vai transformar-se numa colónia de férias, pejada de chavalada que só cá vem pelo forrobódó, só quer é festa, encher a cabeça de cerveja, os bolsos de brindes publicitários e se tá a cagar prá musica que cá vem ver. Ao que o Luís respondeu: -Tás doido!? a pensares dessa maneira, a seguir vais-me dizer que a noite de sábado ainda vai meter fado no palco principal, não?! Deixa-te disso. E foram beber mais uma cerveja...
Acabo de chegar vindo do médico onde fui mostrar as contra-análises ás análises que já tinha feito. O homem incrédulo, afirmou: «Este mundo está todo errado, você fuma, come e bebe o quem lhe apetece e nem por isso apresenta valores anormais em nenhum dos parâmetros ...você tem umas análises iguais ás de um jovem desportista, não tenho nada para lhe dizer». Portanto, estou em forma, ou pelo menos ainda não é para já que vou falecer por doença. B'ora pró sudoeste!
Foi o que eu previa. Apesar de levar as expectativas demasiado altas, foi espectacular. Aliás, ainda estará para nascer alguém que consiga sair desiludido de um concerto dos U2. Logo de manhã, ainda na Portela, comecei a ver a minha vida a andar para trás com um -Delayed- nas observações do voo que me levaria a Dublin. Passado o susto, aterro na cidade natal dos quatro magníficos pouco antes das quatro da tarde, a tempo de ir ao hotel pôr a bagagem, descer para um par de cervejas e dirigir-me ao estádio. O tempo estava estupendo, o que em dublinês significa: não chove e estão 16 graus ás 16h. Já na área de Croke encontrei um dos famosos pub's de esquina, de resto dos poucos sítios da cidade onde se vende cerveja e que, por razões óbvias, estava atafulhado de gente com copos na mão. Por ali fiquei até pouco antes do início do espectáculo. Perdi os Republic of Loose e os Kaiser Chiefs e entrei para o estádio uma meia hora antes do inicio dos U2. Assim que se entra no recinto a primeira coisa que nos salta aos olhos é o enorme palco. Apesar de já ter visto muitas fotografias da "spacestation" antes e de ter lido sobre a sua incrível performance na imprensa, confesso que fiquei surpreendido.
Para mim a grande novidade foi os U2 terem começado ainda com a luz do dia. Primeiro entra Larry Mullen senta-se na bateria e debita os primeiros acordes de Breathe, a seguir Adam e Edge e depois Bono. É o delírio.
Vinte e três canções de oito álbuns diferentes. Uma incrível remistura de "I'll go Crazy...". Uma participação espacial deixada pelos cosmonautas a partir da I.S.S; uma mensagem de Desmond Tutu a introduzir Where the streets have no name. Uma fan Chilena em palco a dançar Mysterious Ways. Quase duas horas de concerto numa miríade de momentos arrepiantes que atinge o auge quando Bono Vox se encarrega de apresentar a Spacestation (a.k.a. The Claw, o palco e a parafernália n'ele suspensa) «...so, this is what we brough home» e Dublin aos presentes quando tece algumas referencias à forma rude como os Dubliner's se relacionam entre si «...we call that affection». Foi para mim, um dos momentos mais emocionais do concerto: «(...) everybody is welcome to this great tribal gathering in Croke Park, thank you so much» e intruduziu Still Haven't found what I'm Looking For que termina com uma lágrima no canto do olho de Bono (e nos meus). Um momento que está documentado nos próximos 8 minutos e são só por si, a justificação de uma ida a Dublin, cidade natal dos U2, para os ver ao vivo. São quase 100 mil vozes em coro a abafar em uníssono o som da Spacestation. «I have climbed highest mountain... I have run through the fields... Only to be with you... Only to be with you»
(...) but I still haven't found what I'm looking for. Que venha Lisboa.
Amanhã embarco (não deveria ser emavião?) para Dublin a cidade natal dos quatro magníficos. Sou daqueles que conseguiram um dos cerca de 300 mil lugarzinhos disponíveis nas três noites em Croke Park. O gigantesco estádio nacional da capital Irlandesa com quase 90 mil lugares sentados (fora a relva) que vai acolher a U2 - 360º Tour.Será a quarta tournee consecutiva a que assisto, as outras três, vi-as em Lisboa: Zooropa, Pop Mart e Vertigo. Todas elas com concertos poderosos, inesquecíveis, de uma energia hipnotisante.
Desta vez, a começar pelo palco, onde há agora uma estrutura com 180 toneladas onde estão suspensas mais 200 toneladas de equipamento state-of-the-art e que garante uma experiência de som e uma visão impecáveis, a partir de qualquer ponto do recinto.Mas desta vez, não será só mais um show, a magia de tocar em casa garantirá que este concerto seja seguramente diferente. Se perguntarem a qualquer fan dos U2 onde gostariam de os ver ao vivo, a esmagadora maioria responderá -Dublin- sem hesitar.
Já vi muitos concertos na vida, alguns por obrigação, a maior parte por prazer, mas este faço-o por devoção. Acreditem nisto: a juntar ao fazer um filho, plantar uma árvore e escrever um livro, a ninguém deveria ser permitido morrer, sem ver os U2 ao vivo.
Assisti por dentro, ao nascimento desse fenómeno a que hoje se chamam os "festivais de verão", há já muito tempo que os frequento e tenciono continuar a frequentar enquanto tiver pernas e pachorra. Ainda assim, não posso deixar de demonstrar algum desalento pela forma como eles têm evoluido. Com os anos, o que se ganhou em qualidade de organização, perdeu-se em conteúdo e emotividade. Se por um lado os -festivais- revelam hoje uma maturidade logística quase irrepreensível onde já nem faltam as sanitas em loiça, por outro, transformaram-se em festas bacocas manietadas pelas instituições corporativas que as patrocinam.
Acabou este fim de semana o Optimus Alive, um evento cuja respectiva organização baptizou de "o melhor festival Português". Embora tenha falhado o primeiro dia estive lá nos outros. Achei fraquinho, muito fraquinho: O cartaz é recorrente e as surpresas nunca vêm do palco principal, é mais fácil descobrirmos projetos emergentes interessantes num palco secundário do que rejubilarmos com uma fantástica actuação no palco principal. Mais um cachorro, duas bifanas, três cervejas e seguimos no ping-pong entre palco A, B e C, para descobrir que na maior parte das vezes o espectáculo não valeu o pó que se comeu nesse caminho. Longe vão os dias em que o "festival" durava só um par de noites, com um line-up escolhido a dedo e em que qualquer um chegava ao fim cansado de tanto saltar mas com a alma revigorada pela energia que permanentemente transbordava do palco. Sim, bem sei que nesse tempo as casas de banho cheiravam mal ...mas.
Deixou de querer trazer conhecimento e beneficio à grande républica do Kazaquistão e tornou-se agora num Austriaco gay obcecado pela fama. Em Bruno a fórmula é a mesma de Borat, ou seja, um conjunto de "apanhados", bem feitos, que expõem ao ridiculo alguns personagens reais. Um congressista americano tímido, um grupo de caçadores, um reverendo especializado na conversão de gays em heterosexuais, nem Paula Abdul escapa às armadilhas montadas por Bruno. É um fartote de rir. A sala gostou particularmente de ver as reviravoltas do pénis de Sacha Baron Cohen (se é que é o d'ele), as mulheres ficaram histéricas. Cheguei ao fim sem perceber se o filme é bestial ou simplesmente besta. Vão lá ver, e depois digam-me de vossa justiça. A partir de hoje em exibição.
Tenho andado entretido há uns tempos, sem saber se havia de partilhar tamanha descoberta. Por duas razões. Primeiro, porque quando se descobre um tesouro não se vai a correr anunciá-lo ao mundo, depois, porque duvido seriamente que haja entre vós o talento e a capacidade de dali extraír todas as capacidades.Funciona como o mais rudimentar dos estúdios, onde nem sequer nos podemos esquecer de conectar In's e Out's com os respectivos cabos. Sequenciadores; vários processadores de efeitos; misturadora, até ao amplificador final com vuímetros, está lá tudo. Resta conseguir o equilibrio sonoro para construir melodias sem fim e pode-se até gravar o produto final. Tudo sem ter de instalar nada e ao alcance de uns simples cliques.
Aviso já que pode ser extremamente aditivo, e que não me responsabilizo pela quebra de produtividade dos meus queridos leitores. Se se quiserem atrever é só clicar aqui. Quem é amigo, quem é?
Eu já andava a balançar a bunda sempre que ouvia isto:
O refrão era assim, giro. A voz da 'pariga soa completamente nova, cativante ...depois descobri o original da Claudia e percebi que o Marcelo D2, afinal, deu-lhe com um pau na compressão e esticou-se no pitch.
...a Austrália volta a marcar pontos. Diz a revista Ralph que Emily Scott é a mulher mais sexy do país dos cangurus. Depois de ver estas fotos em bikini, não sou eu quem vai discutir isso.
(o que este blog não faz em prol das audiências ;)
Gosto de ver este blog bem frequentado. Ela é uma modelo de origem Israelita, que -na minha modesta opinião- é uma das moças mais azadinhas da actualidade. Que a topou à légua foi o Leonardo de Caprio que é um sortudo, é o que ele é.
Depois das (arghhh!) mamocas e pipi da Ana Malhoa na edição portuguesa da Playboy, é Bar Rafaeli quem surge ousada na edição deste mês da revista Esquire. À venda nas boas papelarias.
A coisa estava a tornar-se muito agradável. Tinha acabado de acordar e ali ao meu lado, estava ela deitada semi-nua. Uma imagem apetecível, uma tentação irresistível. Trocámos carícias e a energia intensificou-se ao ponto de eu estar prestes a consumar com a rapariga. Na realidade eu não a conheço de lado nenhum, nem sei como é que ela tinha ido ali parar, mas vim a saber tratar-se da modelo, actriz/apresentadora, ou lá que é, Liliana Santos. Esta:
Ela, que diga-se, até nem é nada má, estava a proporcionar-me uma experiencia muito interessante, embora breve. Isto, porque no auge do envolvimento carnal, irrompe casa dentro o meu pai, quebrando o momento mágico. Vindo não sei de onde dirigiu-se ao armário e desata a revolver os fatos como se não houvesse amanhã. Levantei-me e pergunto-lhe do que é que ele andava à procura, é quando ele me fala do escafandro e me conta que o Paulo, o meu vizinho da frente (que ele nem conhece) tinha ficado preso no fundo de uma barragem e que ele precisava do escafandro para o ir salvar. Fiquei surpreendido por no momento imediatamente a seguir tanto o meu pai como a Liliana terem desaparecido de cena.
Sexy! Sexy! Sexy! Depois do novo video dos The Killers deixo-vos mais um videoclip que é um abuso
Isto a propósito de uma noticia que li recentemente que dava conta do interesse do editor português da revista Playboy em "despir" a Ana Malhoa numa futura edição. Diz-se que ainda não chegaram a acordo. Felizmente, digo eu. É que o meu imaginário playboy ficará irremediavelmente devassado caso isso venha a acontecer. Esperem aí ...agora tenho de ir ali vomitar....